" "Adubo de Minhocas As minhocas ao se locomoverem por entre as camadas do solo, cavam galerias fazendo passar por seu tubo digestivo grande quantidade de terra e restos vegetais, formando desta maneira o "húmus".
Além de arejar, a minhoca aumenta a porosidade e a homogeneização dos solos, tendo ainda eficiente atuação sobre os sais, deixando-os sob forma assimilável aos vegetais.
O húmus transmite "vida"as plantas, promove a mineralização do potássio, fósforo, boro, magnésio, cobre e possui bactérias fixadoras de nitrogênio atmosférico, que transmite saúde às plantas. O húmus possui constituição casulos e pequenas minhocas que vão multiplicar-se na área em que for aplicado, produzindo assim, vida na terra. Este húmus foi produzido por minhocas vermelhas da Califórnia (Eisenia Foetida). E a gigante africana (Eudrilus Eugeniae), a partir do esterco bovino. Composto Produzido por Minhocas Vermicompostagem é o processo de preparo do adubo orgânico ou fertilizante orgânico denominado composto. O composto produzido pelas minhocas contém 20 a 30% da matéria orgânica por elas ingerida e não digerida ou assimilada e que, por isso, é eliminada com as fezes. É nesse meio que se desenvolvem os “ovos” que se encontram dentro das cápsulas, as minhoquinhas que deles vão nascendo e as que vão junto com o húmus.
O húmus e o composto não têm cheiro, não atraem moscas e podem ser aplicados diretamente nas lavouras, campos, outras lavouras e pastagens, pois não prejudicam as plantas. Podem, também, ser armazenados durante 3 a 4 meses, desde que em local coberto e ventilado. Existe à venda, no comércio, um secador para húmus, que facilita muito os serviços no minhocário. A diferença entre o húmus e o composto orgânico, segundo alguns autores e criadores, é que o primeiro é um material fino e uniforme, enquanto que o segundo é mais grosseiro.
Para fazer o composto orgânico, o criador pode utilizar as minhocas nativas que, ao contrário das vermelhas da Califórnia, transformam em adubo todo o material orgânico, como jornais, papéis, papelões, folhas, restos de culturas e podas, lixo doméstico, etc. Só não servem para a produção do composto, os plásticos, vidros e metais.
A única desvantagem das minhocas nativas é que elas são menos produtivas, sua produtividade é menor do que a das vermelhas da Califórnia e o composto leva 90 dias para ficar pronto. Como, normalmente, há sempre um excesso de minhocas nos canteiros, é melhor que o criador as venda ou então que as aproveite em criações de rãs, pássaros, peixes ou de qualquer outro animal ou as industrialize, fabricando farinha de carne, por exemplo, pois com o aumento da produção, terá maiores lucros. As terras dos canteiros devem ser afofadas, de tempos em tempos, para melhorar suas condições físicas. Definições
– O que é a minhoca?
Já foram catalogados 8.000 espécies de minhocas. Vivem em terrenos úmidos, porém pouquíssimas podem ser criadas em cativeiro, pois foi na Califórnia que, por volta de 1930, foi desenvolvido o projeto para a criação em cativeiro, para objetivar a longevidade, bons índices de produção, bem como de produção de húmus. – O que é húmus?
O húmus é a produção da minhoca. É o seu excremento. É a transformação do esterco (alimento da minhoca), no mais completo e rico adubo orgânico existente. Podemos mesmo afirmar que a minhoca é uma micro-usina de transformação.
– Qual a aplicação do húmus?
Esse adubo vivo, cientificamente preparado, que contém microorganismos unificantes alcalinos, Rhizobium, fixadores de nitrogênio atmosférico, bactérias que constituem algo parecido com anticorpos naturais contra pragas, doenças e vírus, que transmitem saúde às plantas e promovem a mineralização do potássio, fósforo e outros elementos menores como o boro, o magnésio e o cobre, tem seu campo de atuação nas hortas, plantas, capineiras, pastagens, assim como qualquer cultura ou ainda em terras estéreis ou cansadas.
– Qual a diferença entre o adubo químico e o húmus?
O adubo químico indiscriminadamente ou constantemente, leva o solo à doença e à esterilidade. O adubo químico responde imediatamente. O adubo químico não leva vida ao solo. O húmus é neutro ou levemente alcalino, sendo um meio ambiente favorável ao cultivo. O húmus leva ao solo minerais em forma orgânica, levando-o, vitaminando-o, enriquecendo-o, a longo prazo." "
domingo, 10 de junho de 2007
ROTEIRO BÁSICO PARA ELABORAÇÃO DE ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA
ROTEIRO BÁSICO PARA A ELABORAÇÃO DE ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL (EIA)
Para elaborar um roteiro básico de estudo de impacto ambiental a empresa deverá conter as seguintes informações.
Identificação do empreendimento, incluindo; Nome e razão social, endereço para correspondência, inscrição estadual e CGC, histórico, nacionalidade de origem das tecnologias a serem empregadas, porte do empreendimento, tipos de atividades, objetivos, localização geográfica, etapas de implantação e contatos junto ao EIA/ RIMA.
Caracterização do empreendimento: Fases de planejamento, implantação e, se for o caso de desativação. Área de influencia; Apresentar os limites da área geográfica a ser afetada direta ou indiretamente pelos impactos.
Diagnostico ambiental da área de influencias; Descrição e análise dos fatores ambientais e suas interações esses fatores englobam, as variáveis suscetíveis de sofrer, efeito das ações executadas nas fases de planejamento, informações cartográficas com a área de influencia.
Qualidade ambiental: Deve expor as interações dos fatores ambientais físicos, biológicos e sócio-economico.
Fatores ambientais
· Meio físico: clima e condições meteorológicas, qualidade do ar, formação geológica, recursos hídricos e o solo da região.
· Meio biológico: observar os ecossistemas terrestres, aquáticos e de transição.
· Meio antrópico: dinâmica da populacional, uso e ocupação do solo, o nível de vida, organização social.
Análise dos impactos ambientais: impactos diretos e indiretos, benéficos e adversos, temporário, permanentes e cíclicos, imediatos e a médio e longo prazo, reversíveis e irreversíveis, locais, regionais e estratégicos. Na análise dos impactos ambientais inclui, necessariamente, identificação, previsão de magnitude e interpretação da importância de cada um deles, a análise que constitui este item, deve ser apresentada em duas formas: uma síntese conclusiva dos impactos relevantes de cada fase prevista para o empreendimento e uma descrição detalhada dos impactos sobre cada fator ambiental.
Proposição de medidas mitigadora: Medidas que visam minimizar os impactos adversos identificados e quantificados, sua natureza preventiva ou corretiva, fase do empreendimento, ao fator ambiental a que se destinam, ao prazo de permanência de suas aplicações, a responsabilidade pela implementação e custo.
Programas de acompanhamento e monitoramento dos impactos ambientais: Deve indicar e justificar os parâmetros selecionados para avaliação dos impactos sobre cada um dos fatores ambientais considerados, indicar e justificar a rede de amostragem.
Detalhamento dos fatores ambientais:
· Meio físico: Observa-se o clima e condições meteorológicas, perfil do vento, temperatura e umidade do ar na camada-limite planetária, componentes de balanço de radiação à superfície do solo, componentes de balanço hídrico do solo, nebulosidade, condições meteorológicas, parâmetros meteorológica necessários à configuração do regime de chuvas como: precipitação total média.
· Qualidade do ar: Concentrações de referência de poluentes atmosféricos, composição físico-química das águas pluviais.
· Ruídos: Índices de ruído, mapeamento dos pontos de medição.
· Geologia: Esboço estrutural, contendo representação de acamamentos, foliação e fraturamentos, esboço litológico, avaliação das condições geotécnica.
· Geomorfologia: Compartimento topográfico geral das áreas de estudo, posição da área dentro do vale ou bacia hidrográfica.
· Solos: Definição de classes de solo, distribuição espacial, descrição de sua aptidão agrícola.
Recursos hídricos: caracterizar-se os recursos hídricos na área potencialmente atingida pelo empreendimento, inclui os itens a seguir:
· Hidrologia superficial: Calcula através de séries históricas de dados, rede hidrográfica, balanço hídrico das áreas de estudo, parâmetros hidrológicos pertinentes, produção de sedimentos na bacia e seu transporte nas calhas fluviais.
· Hidrogeologia: Localização, natureza, geometria, litologia, estrutura e outros aspectos geológicos do aqüífero, alimentação do fluxo de descarga, profundidade dos níveis das águas subterrâneas.
· Oceanografia física: Descrição das propriedades físicas das águas(como temperatura, salinidade, correntes marítimas e mares) e configuração de fundo da linha costeira da área de estudo.
· Qualidade das águas: Determinam a composição físico-química e bacteriológica dos recursos hídricas interiores, superficiais e subterrâneos, estuarinos e marinho.
· Uso da água: Abastecimento domestico e industrial, diluição dos despejos, geração de energia, irrigação.
Meio biológico:
· Ecossistema terrestre: Descrição da cobertura vegetal, descrição geral das inter-relações fauna-fuana e fauna-flora.
· Ecossistema aquático: Mapeamento dos componentes das populações aquáticos, identificação dos estado trófico dos corpos de água estudados, identificação das espécies animais e vegetais, identificação de incidência direta dos impactos dos componentes dos bentons, dos néctons, mapeamento dos diferentes ecossistemas aquáticos, inventário de espécies animais e vegetais por ecossistema.
· Ecossistema de transição: Analisar os ecossistemas aquáticos e terrestres, com ênfase em seu papel regulador.
Meio antrópico:
· Dinâmica populacional: Distribuição da população, deslocamento populacional diários, fluxos migratórios,
· Uso e ocupação do solo: Mapeamento das áreas, identificação dos usos urbanos, identificação da infra-estrutura de serviços, identificação dos principais usos rurais, descrição da estrutura fundiária, mapeamento de vegetação nativa e exótica.
· Nível de vida: Estrutura ocupacional economicamente ativa, educação, saúde, alimentação, lazer, turismo e culturais, segurança social, assentamento humano.
· Estrutura produtiva e de serviços: Fatores de produção, emprego e nível tecnológico por setor, relações de troca entrem a economia local e a microrregional, regional e nacional e destino da produção local.
· Organização social: Forças e tensões sociais, grupos e movimentos comunitários, lideranças comunitárias, forças políticas e sindicais atuantes e associações.
Relatório de impacto ambiental –RIMA
Reflete as conclusões do EIA. Em linhas ele deverá conter: objetivos e justificativas do projeto, descrição, síntese do diagnostico ambiental da área de influência do projeto, descrição dos impactos ambientais, caracterização da qualidade ambiental futura da área de influência, descrição do efeito esperado das medidas mitigadoras previstas em relação aos impactos negativos e os que não puderem ser evitados e o grau de alteração esperado, programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos e recomendação quanto à alternativa mais favorável.
O RIMA deverão constar o nome e o número do registro na entidade de classe competente de cada um dos profissionais integrantes da equipe técnica que o elaborar.
MEC-SETEC
ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE SALINAS-MG
CURSO: TECNOLOGIA EM PRODUÇÃO DE CACHAÇA
DISCIPLINA: GESTÃO AMBIENTAL
PROFESSORA: MARIA ARACI MAGALHÃES
1º PERIODO
ROTEIRO BÁSICO PARA A ELABORAÇÃO DE ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL (resumo)
POR:
ADILSOM MARTINS COSTA
JOSÉ APARECIDO DE OLIVEIRA
VALDOMIRO AFONSO DOS SANTOS
Salinas-MG, 15 de maio de 2007
Para elaborar um roteiro básico de estudo de impacto ambiental a empresa deverá conter as seguintes informações.
Identificação do empreendimento, incluindo; Nome e razão social, endereço para correspondência, inscrição estadual e CGC, histórico, nacionalidade de origem das tecnologias a serem empregadas, porte do empreendimento, tipos de atividades, objetivos, localização geográfica, etapas de implantação e contatos junto ao EIA/ RIMA.
Caracterização do empreendimento: Fases de planejamento, implantação e, se for o caso de desativação. Área de influencia; Apresentar os limites da área geográfica a ser afetada direta ou indiretamente pelos impactos.
Diagnostico ambiental da área de influencias; Descrição e análise dos fatores ambientais e suas interações esses fatores englobam, as variáveis suscetíveis de sofrer, efeito das ações executadas nas fases de planejamento, informações cartográficas com a área de influencia.
Qualidade ambiental: Deve expor as interações dos fatores ambientais físicos, biológicos e sócio-economico.
Fatores ambientais
· Meio físico: clima e condições meteorológicas, qualidade do ar, formação geológica, recursos hídricos e o solo da região.
· Meio biológico: observar os ecossistemas terrestres, aquáticos e de transição.
· Meio antrópico: dinâmica da populacional, uso e ocupação do solo, o nível de vida, organização social.
Análise dos impactos ambientais: impactos diretos e indiretos, benéficos e adversos, temporário, permanentes e cíclicos, imediatos e a médio e longo prazo, reversíveis e irreversíveis, locais, regionais e estratégicos. Na análise dos impactos ambientais inclui, necessariamente, identificação, previsão de magnitude e interpretação da importância de cada um deles, a análise que constitui este item, deve ser apresentada em duas formas: uma síntese conclusiva dos impactos relevantes de cada fase prevista para o empreendimento e uma descrição detalhada dos impactos sobre cada fator ambiental.
Proposição de medidas mitigadora: Medidas que visam minimizar os impactos adversos identificados e quantificados, sua natureza preventiva ou corretiva, fase do empreendimento, ao fator ambiental a que se destinam, ao prazo de permanência de suas aplicações, a responsabilidade pela implementação e custo.
Programas de acompanhamento e monitoramento dos impactos ambientais: Deve indicar e justificar os parâmetros selecionados para avaliação dos impactos sobre cada um dos fatores ambientais considerados, indicar e justificar a rede de amostragem.
Detalhamento dos fatores ambientais:
· Meio físico: Observa-se o clima e condições meteorológicas, perfil do vento, temperatura e umidade do ar na camada-limite planetária, componentes de balanço de radiação à superfície do solo, componentes de balanço hídrico do solo, nebulosidade, condições meteorológicas, parâmetros meteorológica necessários à configuração do regime de chuvas como: precipitação total média.
· Qualidade do ar: Concentrações de referência de poluentes atmosféricos, composição físico-química das águas pluviais.
· Ruídos: Índices de ruído, mapeamento dos pontos de medição.
· Geologia: Esboço estrutural, contendo representação de acamamentos, foliação e fraturamentos, esboço litológico, avaliação das condições geotécnica.
· Geomorfologia: Compartimento topográfico geral das áreas de estudo, posição da área dentro do vale ou bacia hidrográfica.
· Solos: Definição de classes de solo, distribuição espacial, descrição de sua aptidão agrícola.
Recursos hídricos: caracterizar-se os recursos hídricos na área potencialmente atingida pelo empreendimento, inclui os itens a seguir:
· Hidrologia superficial: Calcula através de séries históricas de dados, rede hidrográfica, balanço hídrico das áreas de estudo, parâmetros hidrológicos pertinentes, produção de sedimentos na bacia e seu transporte nas calhas fluviais.
· Hidrogeologia: Localização, natureza, geometria, litologia, estrutura e outros aspectos geológicos do aqüífero, alimentação do fluxo de descarga, profundidade dos níveis das águas subterrâneas.
· Oceanografia física: Descrição das propriedades físicas das águas(como temperatura, salinidade, correntes marítimas e mares) e configuração de fundo da linha costeira da área de estudo.
· Qualidade das águas: Determinam a composição físico-química e bacteriológica dos recursos hídricas interiores, superficiais e subterrâneos, estuarinos e marinho.
· Uso da água: Abastecimento domestico e industrial, diluição dos despejos, geração de energia, irrigação.
Meio biológico:
· Ecossistema terrestre: Descrição da cobertura vegetal, descrição geral das inter-relações fauna-fuana e fauna-flora.
· Ecossistema aquático: Mapeamento dos componentes das populações aquáticos, identificação dos estado trófico dos corpos de água estudados, identificação das espécies animais e vegetais, identificação de incidência direta dos impactos dos componentes dos bentons, dos néctons, mapeamento dos diferentes ecossistemas aquáticos, inventário de espécies animais e vegetais por ecossistema.
· Ecossistema de transição: Analisar os ecossistemas aquáticos e terrestres, com ênfase em seu papel regulador.
Meio antrópico:
· Dinâmica populacional: Distribuição da população, deslocamento populacional diários, fluxos migratórios,
· Uso e ocupação do solo: Mapeamento das áreas, identificação dos usos urbanos, identificação da infra-estrutura de serviços, identificação dos principais usos rurais, descrição da estrutura fundiária, mapeamento de vegetação nativa e exótica.
· Nível de vida: Estrutura ocupacional economicamente ativa, educação, saúde, alimentação, lazer, turismo e culturais, segurança social, assentamento humano.
· Estrutura produtiva e de serviços: Fatores de produção, emprego e nível tecnológico por setor, relações de troca entrem a economia local e a microrregional, regional e nacional e destino da produção local.
· Organização social: Forças e tensões sociais, grupos e movimentos comunitários, lideranças comunitárias, forças políticas e sindicais atuantes e associações.
Relatório de impacto ambiental –RIMA
Reflete as conclusões do EIA. Em linhas ele deverá conter: objetivos e justificativas do projeto, descrição, síntese do diagnostico ambiental da área de influência do projeto, descrição dos impactos ambientais, caracterização da qualidade ambiental futura da área de influência, descrição do efeito esperado das medidas mitigadoras previstas em relação aos impactos negativos e os que não puderem ser evitados e o grau de alteração esperado, programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos e recomendação quanto à alternativa mais favorável.
O RIMA deverão constar o nome e o número do registro na entidade de classe competente de cada um dos profissionais integrantes da equipe técnica que o elaborar.
MEC-SETEC
ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE SALINAS-MG
CURSO: TECNOLOGIA EM PRODUÇÃO DE CACHAÇA
DISCIPLINA: GESTÃO AMBIENTAL
PROFESSORA: MARIA ARACI MAGALHÃES
1º PERIODO
ROTEIRO BÁSICO PARA A ELABORAÇÃO DE ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL (resumo)
POR:
ADILSOM MARTINS COSTA
JOSÉ APARECIDO DE OLIVEIRA
VALDOMIRO AFONSO DOS SANTOS
Salinas-MG, 15 de maio de 2007
TOPOGRAFIA
CIÊNCIA TOPOGRAFIA
1.1. Conceito
Topografia é a ciência que estuda uma área de terra limitada, com a finalidade de conhecer sua forma quanto ao contorno e ao relevo, sua orientação, sem levar em consideração a curvatura da terra.
1.2. Generalidades
A palavra topografia teve origem do idioma grego em que TOPO=LUGAR e GRAFIA=DESCRIÇÃO, ou seja, topografia é a descrição de um lugar.
A topografia teve início no antigo Egito as margens do Rio Nilo, devido as cheias destruírem os limites das terras e as necessidades de novas demarcações, levantamentos cadastrais e avaliações de áreas rurais. A partir daí foram desenvolvidas técnicas que possibilitaram a restituição das áreas inundadas, chegando hoje com equipamentos eletrônicos modernos utilizando-se de automação para a segurança e rapidez dos levantamentos e estudos.
1.3. Ciências Correlatas
1.3.1. Cartografia
Estudos e operações científicas, artísticas e técnicas, baseado nos resultados de observações, visando a elaboração e preparação de cartas e mapas. A cartografia se utiliza da topografia pelas técnicas de confecção destes mapas.
1.3.2. Geografia
Ciência que estuda a distribuição de fenômenos físicos, biológicos e humanos na superfície terrestre. Esta distribuição é em geral baseada também em mapas.
1.3.3. Geodésia
Geodésia é a ciência que estuda a superfície da Terra com a finalidade de conhecer sua forma quanto ao contorno e ao relevo e sua orientação, levando em consideração a curvatura da terra.
1.3.4. Engenharia
A engenharia efetua todos os seus estudos baseados em levantamentos topográficos, e após concluir os projetos, é através de técnicas topográficas que serão implantados e materializados
1.3.5. Geoprocessamento
É a ciência que estuda a produção de mapas com informações referentes a ele, tudo num só produto e em meio digital.
1.3.6. Geotecnia
Estuda a composição, disposição e condição do solo como produto para utilização em obras. A topografia determina e posiciona os solos de acordo com sua localização na superfície da terra.
1.4. Definições
1.4.1. Planos de Referência
É um plano de referência que pode coincidir com um plano horizontal ou um plano vertical. Os detalhes topográficos são projetados sobre estes planos.
1.4.2. Plano Topográfico Horizontal
É um plano de referência horizontal, com dimensão máxima limitada a 80Km para todos os lados, a partir da origem.
1.4.3. Superfície Topográfica
É a superfície terrestre propriamente dita. Esta superfície acompanha as elevações das montanhas e as depressões dos oceanos e rios.
1.4.4. Ponto Topográfico
Ponto Topográfico é uma posição de destaque, estrategicamente situado na superfície terrestre, materializado através de piquetes e estacas.
1.4.5. Alinhamento Topográfico
É um alinhamento definido por dois pontos topográficos. Serve de origem para o levantamento dos detalhes da superfície.
1.4.6. Levantamento Topográfico
Conjunto de métodos e processos que, através de medições de ângulos e distâncias com instrumentos adequados, implanta e materializa pontos para o detalhamento topográfico necessário.
1.4.6.1. Planejamento
É a etapa do levantamento topográfico que compreende os estudos das técnicas e a opção do melhor método e equipamentos a serem utilizados.
1.4.6.2. Coleta dos Dados
Após o planejamento, em posse dos equipamentos são efetuados medições e anotações referentes às características da superfície a ser detalhada.
1.4.6.3. Processamento dos Dados
Com os dados coletados, então inicia-se o seu processamento, analisando-se critérios, tolerâncias e objetivos.
1.4.6.4 Representação Gráfica
Concluída a etapa de processamento dos dados, inicia-se a representação gráfica para uma melhor visualização da superfície em estudo. São desenhados os elementos tanto levantados em campo como os calculados em escritório.
1.4.6.5. Relatório Técnico
São todos os elementos que subsidiaram o planejamento, os dados coletados em campo, os dados processados em escritório e os desenhos baseados nos elementos técnicos.
1.4.7. Croqui
Esboço gráfico sem escala, em breves traços a mão livre, que facilite a identificação de detalhes topográficos.
1.4.8. Caderneta de Campo
Planilha utilizada em campo para anotar os dados coletados (distâncias, ângulos e informações).
1.4.9. Planta
Representação gráfica de uma parte limitada da superfície terrestre, sobre um plano de referência horizontal, para fins específicos, na qual não se considera a curvatura da Terra. As escalas normalmente são grandes.
1.4.10. Carta ou Mapa
Representação gráfica sobre uma superfície plana, dos detalhes físicos, naturais e artificiais, de parte ou toda a superfície terrestre. Esta representação leva em consideração a curvatura terrestre. As escalas normalmente são pequenas.
1.4.11. Maquetes e Outros
São reproduções de superfície construídas a partir dos dados levantados em campo, sobre materiais artesanais, que visam facilitar a identificação das características sobre um modelo reduzido.
1.5. Divisão
1.5.1. Planimetria
Conjunto de métodos e técnicas que visam detalhar a superfície terrestre sobre um plano horizontal de referência. Trata apenas das distâncias horizontais e ângulos horizontais.
1.5.2. Altimetria
Conjunto de métodos e técnicas que visam detalhar a superfície terrestre sobre um plano vertical de referência.
1.5.3. Planialtimetria
Conjunto de métodos e técnicas que visam detalhar a superfície terrestre sobre um plano horizontal de referência com dados referenciados a um plano vertical de referência.
1.5.4. Topologia
É a parte da topografia que estuda as formas do relevo. Ela estuda as formas exteriores da superfície terrestre no sentido planialtimétrico.
1.6. Apresentação das Normas Técnicas
A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) é o órgão que define, estuda e analisa as propostas para novos critérios de execução de serviços técnicos. Ela elabora normas de desenho, de ensaios, de levantamentos e muitas outras. Para a execução de Levantamentos Topográficos, a norma atual é a NBR13.133/94 (Norma Brasileira Revisada).
1.1. Conceito
Topografia é a ciência que estuda uma área de terra limitada, com a finalidade de conhecer sua forma quanto ao contorno e ao relevo, sua orientação, sem levar em consideração a curvatura da terra.
1.2. Generalidades
A palavra topografia teve origem do idioma grego em que TOPO=LUGAR e GRAFIA=DESCRIÇÃO, ou seja, topografia é a descrição de um lugar.
A topografia teve início no antigo Egito as margens do Rio Nilo, devido as cheias destruírem os limites das terras e as necessidades de novas demarcações, levantamentos cadastrais e avaliações de áreas rurais. A partir daí foram desenvolvidas técnicas que possibilitaram a restituição das áreas inundadas, chegando hoje com equipamentos eletrônicos modernos utilizando-se de automação para a segurança e rapidez dos levantamentos e estudos.
1.3. Ciências Correlatas
1.3.1. Cartografia
Estudos e operações científicas, artísticas e técnicas, baseado nos resultados de observações, visando a elaboração e preparação de cartas e mapas. A cartografia se utiliza da topografia pelas técnicas de confecção destes mapas.
1.3.2. Geografia
Ciência que estuda a distribuição de fenômenos físicos, biológicos e humanos na superfície terrestre. Esta distribuição é em geral baseada também em mapas.
1.3.3. Geodésia
Geodésia é a ciência que estuda a superfície da Terra com a finalidade de conhecer sua forma quanto ao contorno e ao relevo e sua orientação, levando em consideração a curvatura da terra.
1.3.4. Engenharia
A engenharia efetua todos os seus estudos baseados em levantamentos topográficos, e após concluir os projetos, é através de técnicas topográficas que serão implantados e materializados
1.3.5. Geoprocessamento
É a ciência que estuda a produção de mapas com informações referentes a ele, tudo num só produto e em meio digital.
1.3.6. Geotecnia
Estuda a composição, disposição e condição do solo como produto para utilização em obras. A topografia determina e posiciona os solos de acordo com sua localização na superfície da terra.
1.4. Definições
1.4.1. Planos de Referência
É um plano de referência que pode coincidir com um plano horizontal ou um plano vertical. Os detalhes topográficos são projetados sobre estes planos.
1.4.2. Plano Topográfico Horizontal
É um plano de referência horizontal, com dimensão máxima limitada a 80Km para todos os lados, a partir da origem.
1.4.3. Superfície Topográfica
É a superfície terrestre propriamente dita. Esta superfície acompanha as elevações das montanhas e as depressões dos oceanos e rios.
1.4.4. Ponto Topográfico
Ponto Topográfico é uma posição de destaque, estrategicamente situado na superfície terrestre, materializado através de piquetes e estacas.
1.4.5. Alinhamento Topográfico
É um alinhamento definido por dois pontos topográficos. Serve de origem para o levantamento dos detalhes da superfície.
1.4.6. Levantamento Topográfico
Conjunto de métodos e processos que, através de medições de ângulos e distâncias com instrumentos adequados, implanta e materializa pontos para o detalhamento topográfico necessário.
1.4.6.1. Planejamento
É a etapa do levantamento topográfico que compreende os estudos das técnicas e a opção do melhor método e equipamentos a serem utilizados.
1.4.6.2. Coleta dos Dados
Após o planejamento, em posse dos equipamentos são efetuados medições e anotações referentes às características da superfície a ser detalhada.
1.4.6.3. Processamento dos Dados
Com os dados coletados, então inicia-se o seu processamento, analisando-se critérios, tolerâncias e objetivos.
1.4.6.4 Representação Gráfica
Concluída a etapa de processamento dos dados, inicia-se a representação gráfica para uma melhor visualização da superfície em estudo. São desenhados os elementos tanto levantados em campo como os calculados em escritório.
1.4.6.5. Relatório Técnico
São todos os elementos que subsidiaram o planejamento, os dados coletados em campo, os dados processados em escritório e os desenhos baseados nos elementos técnicos.
1.4.7. Croqui
Esboço gráfico sem escala, em breves traços a mão livre, que facilite a identificação de detalhes topográficos.
1.4.8. Caderneta de Campo
Planilha utilizada em campo para anotar os dados coletados (distâncias, ângulos e informações).
1.4.9. Planta
Representação gráfica de uma parte limitada da superfície terrestre, sobre um plano de referência horizontal, para fins específicos, na qual não se considera a curvatura da Terra. As escalas normalmente são grandes.
1.4.10. Carta ou Mapa
Representação gráfica sobre uma superfície plana, dos detalhes físicos, naturais e artificiais, de parte ou toda a superfície terrestre. Esta representação leva em consideração a curvatura terrestre. As escalas normalmente são pequenas.
1.4.11. Maquetes e Outros
São reproduções de superfície construídas a partir dos dados levantados em campo, sobre materiais artesanais, que visam facilitar a identificação das características sobre um modelo reduzido.
1.5. Divisão
1.5.1. Planimetria
Conjunto de métodos e técnicas que visam detalhar a superfície terrestre sobre um plano horizontal de referência. Trata apenas das distâncias horizontais e ângulos horizontais.
1.5.2. Altimetria
Conjunto de métodos e técnicas que visam detalhar a superfície terrestre sobre um plano vertical de referência.
1.5.3. Planialtimetria
Conjunto de métodos e técnicas que visam detalhar a superfície terrestre sobre um plano horizontal de referência com dados referenciados a um plano vertical de referência.
1.5.4. Topologia
É a parte da topografia que estuda as formas do relevo. Ela estuda as formas exteriores da superfície terrestre no sentido planialtimétrico.
1.6. Apresentação das Normas Técnicas
A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) é o órgão que define, estuda e analisa as propostas para novos critérios de execução de serviços técnicos. Ela elabora normas de desenho, de ensaios, de levantamentos e muitas outras. Para a execução de Levantamentos Topográficos, a norma atual é a NBR13.133/94 (Norma Brasileira Revisada).
RETIFICAÇÃO ADMINISTRATIVA
Como fazer a retificação de área por via administrativa?
A retificação de área de um imóvel é um procedimento que permite a correção de seu registro ou averbação quando se mostrarem omissos, imprecisos ou não exprimirem a verdade, o que somente poderia ser requerido pelo interessado por meio de procedimento judicial.
Com a edição da Lei 10.931, em 02 de agosto de 2004, ocorreu uma inovação sobre o tema, com as modificações dos artigos 212 e 213 da Lei 6.015/72, denominada Lei dos Registros Públicos, que permite a retificação pelo Oficial do Registro de Imóveis competente, sem excluir eventual prestação jurisdicional, a requerimento da parte prejudicada.
Esta alternativa representa uma medida concreta na direção de desafogar o Poder Judiciário, ao mesmo tempo em que delega aos registradores de imóveis atribuições até então da competência dos Juízes, sob o crivo do Ministério Público.
Um dispositivo inovador é aquele que permite ao Oficial do Registro promover a retificação não só à pedido do interessado, mas também “de ofício”, ou seja, por iniciativa própria, independente de solicitação neste sentido.
Esta hipótese poderá ocorrer nos casos descritos na lei, compreendendo omissão ou erro na transposição de elementos do documento; indicação ou atualização de algum dos confrontantes; alteração de denominação de logradouro público; indicação de rumos, ângulos ou inserção de coordenadas georeferenciadas, sem alteração das medidas perimetrais; alteração ou inserção que resulte de mero cálculo matemático; reprodução de descrição de imóvel confrontante, que já tenha sido objeto de retificação; e inserção ou modificação de dados de qualificação pessoal das partes.
Além disso, todo proprietário de imóvel cuja área necessitar ser corrigida poderá se dirigir ao respectivo Cartório de Registro de Imóveis, apresentar seu requerimento de inserção ou alteração de medida perimetral, ainda que não resulte em alteração de área, devidamente acompanhado de planta e memorial descritivo.
Estes documentos devem ser elaborados por profissionais legalmente habilitados, com registro no respectivo CREA – Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, devidamente acompanhados da ART – Anotação de Responsabilidade Técnica, bem como ser assinados pelos confrontantes do imóvel, que oferecerão sua concordância com o pedido.
A retificação será averbada pelo oficial após verificar o atendimento ao art. 225 da Lei dos Registros Públicos, referente à indicação com precisão das características, confrontação e localização dos imóveis submetidos a registro.
Na hipótese da planta de retificação não contiver a assinatura de algum confrontante, este será notificado pessoalmente ou por via postal (A.R.), para se manifestar em 15 dias, presumindo-se sua concordância se não apresentar sua impugnação, sendo que eventual discordância posterior ao transcurso do prazo somente poderá ser discutida em juízo.
Na hipótese de impugnação, e os interessados não formalizarem transação amigável para solucioná-la, caberá ao registrador encaminhar o caso ao juiz competente, que decidirá imediatamente ou remetirá a questão a um processo judicial ordinário.
Finalmente, se forem verificados a qualquer tempo que os fatos constantes no memorial não são verdadeiros, os requerentes e o profissional que elaborou o memorial responderão pelos prejuízos, além do que, as nulidades do registro invalidam-no, independente de ação direta.
A retificação de área de um imóvel é um procedimento que permite a correção de seu registro ou averbação quando se mostrarem omissos, imprecisos ou não exprimirem a verdade, o que somente poderia ser requerido pelo interessado por meio de procedimento judicial.
Com a edição da Lei 10.931, em 02 de agosto de 2004, ocorreu uma inovação sobre o tema, com as modificações dos artigos 212 e 213 da Lei 6.015/72, denominada Lei dos Registros Públicos, que permite a retificação pelo Oficial do Registro de Imóveis competente, sem excluir eventual prestação jurisdicional, a requerimento da parte prejudicada.
Esta alternativa representa uma medida concreta na direção de desafogar o Poder Judiciário, ao mesmo tempo em que delega aos registradores de imóveis atribuições até então da competência dos Juízes, sob o crivo do Ministério Público.
Um dispositivo inovador é aquele que permite ao Oficial do Registro promover a retificação não só à pedido do interessado, mas também “de ofício”, ou seja, por iniciativa própria, independente de solicitação neste sentido.
Esta hipótese poderá ocorrer nos casos descritos na lei, compreendendo omissão ou erro na transposição de elementos do documento; indicação ou atualização de algum dos confrontantes; alteração de denominação de logradouro público; indicação de rumos, ângulos ou inserção de coordenadas georeferenciadas, sem alteração das medidas perimetrais; alteração ou inserção que resulte de mero cálculo matemático; reprodução de descrição de imóvel confrontante, que já tenha sido objeto de retificação; e inserção ou modificação de dados de qualificação pessoal das partes.
Além disso, todo proprietário de imóvel cuja área necessitar ser corrigida poderá se dirigir ao respectivo Cartório de Registro de Imóveis, apresentar seu requerimento de inserção ou alteração de medida perimetral, ainda que não resulte em alteração de área, devidamente acompanhado de planta e memorial descritivo.
Estes documentos devem ser elaborados por profissionais legalmente habilitados, com registro no respectivo CREA – Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, devidamente acompanhados da ART – Anotação de Responsabilidade Técnica, bem como ser assinados pelos confrontantes do imóvel, que oferecerão sua concordância com o pedido.
A retificação será averbada pelo oficial após verificar o atendimento ao art. 225 da Lei dos Registros Públicos, referente à indicação com precisão das características, confrontação e localização dos imóveis submetidos a registro.
Na hipótese da planta de retificação não contiver a assinatura de algum confrontante, este será notificado pessoalmente ou por via postal (A.R.), para se manifestar em 15 dias, presumindo-se sua concordância se não apresentar sua impugnação, sendo que eventual discordância posterior ao transcurso do prazo somente poderá ser discutida em juízo.
Na hipótese de impugnação, e os interessados não formalizarem transação amigável para solucioná-la, caberá ao registrador encaminhar o caso ao juiz competente, que decidirá imediatamente ou remetirá a questão a um processo judicial ordinário.
Finalmente, se forem verificados a qualquer tempo que os fatos constantes no memorial não são verdadeiros, os requerentes e o profissional que elaborou o memorial responderão pelos prejuízos, além do que, as nulidades do registro invalidam-no, independente de ação direta.
EDUCAÇÃO
"Toda a arte de ensinar é apenas a arte de
acordar a curiosidade natural nas mentes jovens,
com o propósito de serem satisfeitas mais tarde"
(Anatole France)
"Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não lêem"
(Mário Quintana)
acordar a curiosidade natural nas mentes jovens,
com o propósito de serem satisfeitas mais tarde"
(Anatole France)
"Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não lêem"
(Mário Quintana)
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